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terça-feira, 21 de agosto de 2012

Doentio

 

Na Quarta-feira, numa esquina de Chigado em frente a um centro comercial onde em tempos existiu uma certa geladaria Baskin-Robbins, foi descerrada esta lápide que assinala o local onde Barack e Michelle Obama se beijaram pela primeira vez:

 

«On our first date, I treated her to the finest ice cream Baskin-Robbins had to offer, our dinner table doubling as the curb. I kissed her, and it tasted like chocolate.

President Barack Obama

(...)

On this site, President Barack Obama first kissed Michelle Obama» 


Resta saber se os locais onde ocorreram os outros momentos marcantes na vida amorosa do casal também passarão a ser assinalados da mesma forma. Eu refiro-me, naturalmente, a onde ele lhe cantou a primeira serenata, o lago onde andaram de barco a remos pela primeira vez...

sábado, 28 de julho de 2012

Quinque annis


O tempo passa depressa e o Regabophe já completou cinco anos de vida.

Continua como começou: um hobby e apenas isso. É de periodicidade ganária: quando me dá na gana de escrever sai uma nova edição. Em pelo menos um aspecto falhou redondamente: quando começou, era suposto não falar de política e o facto é que foi um dos temas mais frequentes ao longo destes cinco anos. Mas, com tudo o que se passou neste período e a situação a que o país chegou, dificilmente eu poderia evitar o tema. Mas doravante procurarei voltar às origens.

Obrigado a todos quantos têm lido e seguido este blogue.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Clérigos muçulmanos contra a camisola da Selecção Portuguesa


«Malaysia clerics say no to Portugal, Man Utd, Brazil jerseys


MELAKA, Malaysia: The small street seller had all the European club jerseys ready for sale on Saturday evening, as passersby wanted to grab their favorite international shirt ahead of this month’s Euro 2012. But for Portugal fans, the jersey was nowhere to be found.
“We are not allowed to sell the jersey because it shows a cross,” the shopkeeper told Bikyamasr.com. “I still love Portugal and will be rooting for them, but we are an Islamic country and don’t want to get people angry,” he added.
While it is not officially banned in the country, a number of Islamic clerics have voiced their concern over the jersey, which has a large cross on the front, highlighting Portugal’s Catholic faith. But in Malaysia, symbols often find themselves under attack by the country’s virulent Muslim clerics.
However, one fan, who recently returned from a short trip to Thailand sports his Ronaldo jersey with pride. “I don’t care what those people say, this is just football and not religion,” he said.
Portugal is not the only jersey to be pulled from the shelves. Brazil, which also boasts a large cross, has been barred by clerics. Manchester United, the world’s most popular club team, has also sparked the ire of clerics in the Southeast Asian country over its nickname, the Red Devils.
Despite the Old Trafford side having an estimated 81 million followers in Asia, one senior cleric said: “You are only promoting the devil.”
“This is very dangerous. As a Muslim we should not worship the symbols of other religions or the devils,” another added, in a Forbes report.
“It will erode our belief in Islam. There is no reason why we as Muslims should wear such jerseys, either for sports or fashion reasons.”
Either way, Malaysians are gearing up for Europe’s continental tournament and are picking up their team’s jerseys in large numbers. “We are getting most of these sold all the time because of the tournament, so it’s good for business,” added the shopkeeper.
But not for Portugal fans.»

Chateiam-nos muito e nós ainda começamos a distribuir bananas e pepinos.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Ele não gosta de ricos

Em 1976, quando François Hollande se apresentou para cumprir o Serviço Militar, nos exames físicos foi-lhe detectada miopia, o que levou a que fosse dispensado. No entanto, o jovem Hollande preparava já uma carreira política e estava consciente que o facto de não ter cumprido o Serviço Militar poderia prejudicá-lo mais tarde. Logo após se inscrever na ENA (École Nationale d'Administration, o principal viveiro da classe dirigente francesa) pediu um novo exame físico que desta vez lhe foi favorável. Incorporado, foi colocado com a patente de aspirante no 71º Regimento de Engenharia de Oissel, perto de Rouen, sua terra-natal.

Mas para isso teve antes que receber formação como oficial, ingressando na Academia Militar de Coetquidan, onde teve como colegas de pelotão de instrução Michel Sapin (também aluno da ENA; ministro em vários governos socialistas), Jean-Pierre Jouyet (colega de François Hollande, Ségolène Royal e Dominique de Villepin na ENA, Curso Voltaire; ex-chefe de gabinete de Jacques Delors na Comissão Europeia; ex-director do Tesouro; secretário pessoal do primeiro-ministro socialista Lionel Jospin aquando da adesão ao Euro; ex-presidente do Clube de Paris; ex-administrador não-executivo do Barclays Bank France; ex-chefe da Inspecção Geral de Finanças; ex-Secretário de Estado dos Assuntos Europeus do governo François Fillon; actual presidente da Autoridade dos Mercados Financeiros; casado com Brigitte Taittinger, da família dona da famosa marca de champanhe Taittinger) e Henri de Castries (Conde de Castries; colega de François Hollande na ENA, do mesmo Curso Voltaire [nome do curso escolhido pelos alunos]; ex-membro da direcção do Tesouro; inicia a carreira na seguradora AXA em 1989 e é CEO desde 2000; é director da Comissão de Coordenação do Clube de Bilderberg; próximo de Nicolas Sarkozy e de François Hollande; descendente do Marquês de Sade).

 

Como se vê, tudo gente de meios modestos e com um percurso de vida perfeitamente normal.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

O fim da macacada II

E agora, a ignorância dos professores:

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Jornalismo de sarjeta

Diário de Notícias, 18/10/2011:

Pensões vitalícias de ex-políticos poupadas a cortes

Os antigos titulares de cargos políticos vão escapar ao esforço adicional de austeridade que será exigido aos funcionários públicos e pensionistas que ganhem mais de mil euros.
Segundo o Orçamento do Estado para 2012, estas pensões serão apenas tributadas em sede de IRS.


É claro, que perante esta notícia, o país se indignou.

À tarde, no Público:

À entrada de uma reunião, à porta fechada, com as bancadas do PSD e do CDS-PP, no Parlamento, o ministro das Finanças, Vítor Gaspar, afirmou que a exclusão das subvenções dos políticos do esforço exigido à Função Pública é “uma falsa questão, no sentido em que as subvenções são pagas em 12 prestações e, portanto, a questão dos 14 meses não se aplica”.

Na proposta de Orçamento do Estado (OE) ontem entregue na Assembleia da República, prevê-se que, no caso dos beneficiários de subvenções mensais vitalícias, ficam abrangidas “as prestações que excedam 12 mensalidades”. Acontece que, no caso dos ex-políticos, as subvenções são recebidas 12 vezes ao ano, uma por cada mês, não havendo lugar aos chamados 13º e 14º meses. Deste modo, estes rendimentos poderiam, de acordo com o que está inscrito no OE, não ser alvo de qualquer corte, algo que foi noticiado na edição de hoje do Diário de Notícias.

No entanto, Gaspar adiantou que o Governo está “determinado em encontrar uma solução para essa questão”. E essa solução poderá passar por uma “contribuição solidária de um montante equivalente ao que está previsto para as restantes prestações e, portanto, equivalente ao que está em causa na suspensão dos subsídios”.

Sem comentários.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

É uma forma de elogio

...quando servimos de inspiração. Sobretudo porque nem sequer sou formado em Economia.

Regabophe: E se eles não quiserem pagar? 28.08.2009

Desmitos: E SE OS FILHOS NÃO PAGAREM? 15.02.2011

Oh, well.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Acordo Ortográfico? Ora Toma!

Não suporto o Acordo Analfabetográfico; aquele que Cavaco ratificou e Soares promulgou, e Cavaco ratificou em definitivo (versão final), em 2008.

É um atentado contra a Língua Portuguesa e, ao contrário do que é propagandeado, é um desastre para a influência portuguesa no Mundo, já que a Língua Portuguesa passa a ser uniformizada no Brasil; e o Português de Portugal, ou seja a nossa construção de frases, o nosso vocabulário e a nossa pronúncia deixam de ser considerados internacionalmente, por força da dimensão brasileira e pela simples razão que, agora e como já diziam os americanos, «Português é aquela língua que se fala no Brasil». Daí a que aquilo que nós temos para dizer deixe de ser ouvido, é um passo.

Não se soubesse da putrefacção que varre este país, e surpreenderia a prontidão com que a parasitagem politicamente correta correu a aderir ao analfabetismo promulgado.

Recorde-se o Acordo "só" é vinculativo para a «ortografia constante de actos, normas, orientações ou documentos provenientes de entidades públicas, de bens culturais, bem como de manuais escolares e outros recursos didáctico -pedagógicos, com valor oficial ou legalmente sujeitos a reconhecimento, validação ou certificação», apesar do Governo no ano passado ter anunciado que só seria aplicado a documentos oficiais (mais uma mentira). Alguma imprensa (e mais recentemente a RTP) já obedece à política do fato consumado. É a ação, é o direto, é o projeto, é a adoção do projeto, a exceção, a atualidade, o avião a jato, o setor económico.

É claro que sendo a norma seguida tão simplesmente a dos erros ortográficos praticados no Brasil, e não podendo nós portugueses adivinhá-los todos, já se pode ler na imprensa portuguesa coisas como receção (recepção), coisa que nem os brasileiros dizem.

Este código que nos é imposto é o que acontece quando não se diz como se escreve, e se deixa o hábito de dizer erros enraizar-se tanto que o analfabetismo se torna regra. E então, diz-se que a língua «evoluíu», e que agora se deve escrever como se fala - mal - porque é mais fácil isso do que ensinar muitos milhões de pessoas a falarem correctamente.

E acontece porque em Portugal vigora a ideologia do anti-patriotismo, de que tudo o que servir para abandalhar e empobrecer o país é que está correcto. Porque é que a nossa língua, a trave-mestra da nossa cultura e a nossa maior riqueza, haveria de ser excepção? O Povo que amoche, que já está habituado!

Pois é, mas comigo isso não funciona. Não autorizei ninguém a mudar a minha língua; não votei nunca em ninguém delegando esse poder; nunca ninguém me perguntou se eu concordava, que obviamente não concordo.

E, portanto, eu simplesmente não obedeço.

Não só não escrevo, como não compro nada que seja escrito nesta porcaria. Nem jornais, nem livros, nem sequer vejo filmes com legendas analfabetas. E algum livro que me interesse mas que esteja escrito em Analfabetoguês, não compro e espero até que saia publicado em Português, nem que seja em edição pirata a circular pela Internet (eureka!)

Se toda a gente agir assim, vai haver prejuízos que servirão de castigo por nos tratarem desta maneira, e haverá pressão para que o acordo seja anulado. E sem direito a indenização.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Parlamento Europeu no seu melhor

Aconteceu há dias. Tal como se viu há uns anos atrás, com Berlusconi e este mesmo deputado socialista alemão (que o chamou de mafioso, sem que tivesse tido qualquer reprimenda), segundo as regras em vigor no PE, só a Esquerda é tem o direito de insultar e chamar fascistas aos adversários. Caso contrário, sai punição.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

O anúncio de Marcelo

Da crónica de Marcelo ontem na TVI, retive duas expressões dele: a satisfacção quando disse que Passos Coelho não tinha outro remédio que não aprovar o OE2011; e a expressão marcadamente vingativa quando anunciou a recandidatura de Cavaco. Alguma Cavaco lhe deve ter feito.
Pedro Passos Coelho tem subido na minha consideração, tanto a tralha cavaquista como Marcelo Rebelo de Sousa não o suportam. Algumas qualidades ele deverá ter.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Solidariedade em tempo de crise

É nestas alturas que devemos ajudar os mais necessitados, e o Povo Português nunca se esquivou a grandes demonstrações de humanitarismo. Assim surgiu o Banco Alimentar Parlamentar, promovido pelo blog Aventar. Vai ser no próximo Sábado, no Porto.

Basta seguir as indicações no Aventar, que eu felicito pela grande lição de nobreza que está a dar.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Me and my big mouth

No Domingo, estava vendo na RTP2 o Rigoletto a Mantova, depois de na noite anterior ter visto o Casablanca, e dizia para comigo mesmo: «A RTP dar um bom filme e uma ópera, no espaço de dois dias? Deve estar um asteróide para colidir com a Terra!»

Entretanto, nas notícias...:

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Ele é que não gostou nada

Agora a sério: conhecendo-se os hábitos da Coreia do Norte (onde, por exemplo, os navios da Marinha não têm quaisquer meios de salvação para impedir deserções), eu não gostaria de estar na pele dos jogadores ou do técnico.