Depois do pagamento das auto-estradas CCUT (ex-SCUT) no Norte, com custos absurdos e que vão demover muitos turistas de passarem a fronteira, o Allgarve teve mais este presente:
Inglês raptado no Algarve hospitalizado com orelha e dedos amputados
Um cidadão britânico, de 40 anos, foi mantido em cativeiro durante cerca de duas semanas, no Algarve. Mutilado e com sinais de ter sido alvo de grande violência, o homem deu entrada esta segunda feira no Hospital de Faro
16:03 Segunda feira, 18 de Out de 2010
A vítima terá sido atraída para o Algarve com uma reunião de negócios. Sequestrado durante duas semanas, o cidadão britânico chegou a ser dado como morto, mas conseguiu agora libertar-se e pedir ajuda. Segundo a SIC, deu entrada esta manhã no Hospital de Faro, com os dedos das mãos e dos pés amputados e sem uma orelha.
O homem chegou a Portugal no dia 5 de Outubro, tendo estado até aqui dado como desaparecido. Os alegados raptores, também de nacionalidade britânica, são residentes no Algarve.
As autoridades investigam agora as possíveis ligações do caso com o tráfico de droga.
Apesar de ser mais um crime envolvendo cidadãos brutânicos, a imprensa bife não perderá certamente a oportunidade de rebaixar Portugal e os portugueses o mais que puder. Sempre tiveram o maior gosto em o fazer. E, se tudo correr como o habitual, o ministro da administração interna anunciará um reforço de efectivos da GNR no Algarve. Por isso convinha que a PJ prendesse rapidamente os bifes que raptaram e cortaram o outro bife aos bocados. Assim sempre a imprensa bife fará grandes manchetes ao seu melhor estilo. «Jack, the Toe Cutter of the Algarve»; «I couldn't call 112 because I had no fingers»...
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Zapatero vaiado em Madrid
Antes de ontem, durante a parada militar do Dia Nacional, o PM Zapatero foi alvo de uma enorme vaia por parte dos espectadores, que não o pouparam em impropérios. Hoje, a Ministra da Defesa quer uma lei que proiba as vaias.
Escusado será dizer que na nossa imprensa livre e independente não saíu uma linha sobre isto.
Escusado será dizer que na nossa imprensa livre e independente não saíu uma linha sobre isto.
Solidariedade em tempo de crise
É nestas alturas que devemos ajudar os mais necessitados, e o Povo Português nunca se esquivou a grandes demonstrações de humanitarismo. Assim surgiu o Banco Alimentar Parlamentar, promovido pelo blog Aventar. Vai ser no próximo Sábado, no Porto.
Basta seguir as indicações no Aventar, que eu felicito pela grande lição de nobreza que está a dar.
Etiquetas:
blogomanias,
Importa-se de repetir?,
Lava mais branco
Lá e cá
Interessante contraste luso-britânico, ou melhor, republicano-monárquico para que a Gi chamou a atenção no Garden of Philodemous.
Etiquetas:
Economia,
Os últimos dias de Pompeia
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Cortar despesa: comecemos pelos institutos
As contas no Desmitos. Repare-se no orçamento de 340 milhões de euros do Instituto do Turismo de Portugal, o equivalente ao preço (sem juros) de um dos tão polémicos submarinos.
Etiquetas:
Economia,
Os últimos dias de Pompeia
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Estes também são muitos populares por cá...
...Pelo menos entre a Esquerda portuguesa.
Temos que admitir que eles têm ritmo...
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Acima de tudo
Deve haver poucas profissões melhores do que ser piloto de U-2, o famoso avião espião americano, que voa no limite da atmosfera desde os anos 60.
La galina de la vecina
E depois da maré de propaganda a tentar demonizar a Monarquia e a dizer que os reis são ditadores, a quem é que nos próximos dias as instituições republicanas vão todas beijar a mão?

A seguir, a nacionalização dos PPR?
Bem reparado pelo João Miranda, no Blasfémias, a propósito da nacionalização dos fundos de pensões:
Etiquetas:
Economia,
Os últimos dias de Pompeia
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Vale a pena ler
Alguns bons artigos a propósito do Centenário da República:
Nos cem anos da República, n'O Insurgente
Navegações, no Albergue Espanhol
Cem anos perdidos, Fotoreportagem de uma manhã lisboeta, no 31 da Armada
O Centenário da República e o "Estado De Coisas" da Rotunda, no Estado Sentido
O que se festeja amanhã? e Persistência, no Delito de Opinião
867 anos de vida: Parabéns Portugal!
In memoriam: Prós e Contras
O "grande debate da Televisão Portuguesa" ,já estava moribundo há muito tempo, com debates chatíssimos, onde se fala muito e conclui pouco, repisando as mesmas explicações há muito conhecidas para a situação económica, ou então em que os intervenientes estão todos de acordo, sem que se ouçam trocas de argumentos que justifiquem o nome do programa.Mas no debate de ontem sobre a República bateu mesmo no fundo: todos os convidados eram republicanos, entre os quais não faltava António Reis, o Grão-Mestre da Maçonaria. Um autêntico Prós e Prós.
Depois de toda a propaganda, em doses industriais, sobre as maravilhas e liberdades supostamente trazidas pela República, esta é cereja no topo do bolo. Para fazerem destas, é porque a velha meretriz não deve estar assim tão sólida.
1910 e 2010

Proclamação da República.
Das fotos deste momento, normalmente só se vê a metade direita.
Isto porque, segundo a "História oficial", na metade esquerda é suposto estar uma multidão que enchia a Praça do Município.
Em 1910, os meus bisavós moravam em Lisboa, mais concretamente na Rua Andrade Corvo, nas Picoas.
Da minha família dessa época só conheci a minha avó Maria José, nascida em 1899, e que se recordava pouco do 4-5 de Outubro. Lembrava-se de que quando os problemas começaram, com tiros de artilharia ao longe e tiroteio ao virar da esquina (na Avenida Duque de Loulé) o meu bisavô fechou as portadas de madeira das janelas e mandou toda a gente para as traseiras do apartamento. Não sei que mais fez nesse dia, mas o facto é que, tal como todos os oficiais do Exército que não aderiram à revolução republicana, foi expulso do Exército e só foi reintegrado nos finais de 1911, sendo obrigado a jurar lealdade à República.
A minha avó não se lembrava de muito mais. Lembrava-se de ter tido medo, apesar de não ser a primeira vez que ouvia tiros de espingarda e de canhão (o meu bisavô tinha sido instructor na Escola Prática de Infantaria, e campeão nacional de tiro em 1895); só que desta vez os tiros eram "a sério", para matar, e ela sabia-o. E lembrava-se de quando se soube que os republicanos tinham tomado o poder.
Cem anos depois, as pessoas não sabem é o que é a Monarquia. Talvez devessem olhar para a maioria dos países mais evoluídos, mais ricos e estáveis do mundo e tentar perceber porque raio é que eles não querem modernizar-se...
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Há sempre um recorde para ser batido
Nos dezasseis anos que a República durou, o PIB per capita português, em percentagem da média europeia, caíu de 42% em 1910 para 32% em 1926 (com um mínimo de 23% em 1920), significando que o nível de vida do português médio era, ao findar a República, menos de um terço do nível de vida do europeu médio.Desde que existem estatísticas económicas, não é possível encontrar um período na história de Portugal em que o país tenha empobrecido tão rapidamente e tenha descido tão fundo. O período da I República qualifica, em termos económicos, como o período mais negro da história moderna de Portugal e, muito provavelmente, como o período mais negro de toda a sua história.
Pedro Arroja, no Portugal Contemporâneo.
Etiquetas:
Aqui d'El Rei,
Economia,
Lava mais branco
Subscrever:
Mensagens (Atom)


