terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Então agora não há manifestações no Chiado?

Será por desta vez se tratar de um "revolucionário", "progressista" e antigo aliado da URSS (e de alguns camarada cá do burgo) ?

É uma forma de elogio

...quando servimos de inspiração. Sobretudo porque nem sequer sou formado em Economia.

Regabophe: E se eles não quiserem pagar? 28.08.2009

Desmitos: E SE OS FILHOS NÃO PAGAREM? 15.02.2011

Oh, well.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

A festa está a ser bonita, pá.

Do site: Online Poker

Egypt Casino Attacks Blamed On Islamists

February 19th, 2011 Author: S. Taylor

Following Egypt President Hosni Mubarak’s forced resignation from office a week ago, one of the biggest concern was that religious groups would gain control in the country before democracy even had a chance to grow.

Although still early days, a series of targeted attacks on some of Cairo’s most famous casinos has signalled a possible shift to religious intolerance in Egypt’s troubled capital city.

Over a week’s period, the Europa, the Arizona, the Andalous, the Gandool and the Ramses have all come under attack by gangs of rioters hell bent on destroying these businesses.

For instance, on Tuesday the Europa Egypt hotel was attacked by “about 1,000 young guys” who either destroyed or pillaged property from the establishment, while a little earlier the Ramses casino was firebombed causing two fatalities.

As these attacks continue, “the ones with the beards”, as a policeman described them, were largely being blamed for the attacks on casinos labelled “dens of vice” by Muslim theologians.

As quoted by the Financial Times, the policeman then went on to explain: “We are all religious, its just that some of the people in our society, a narrow current of them, take this to an extreme. They destroy anyone who is not like them. They have been using the chaos to their advantage.”

E...

TUNIS (Reuters) - A Polish priest was murdered in the Tunisian capital Friday, state media cited the Interior Ministry as saying, the latest sign of rising religious tension since last month's revolution.
Mark Marios Rebaski was found dead at the School of Our Lady in Manouba where he worked, Tunisia Africa Press reported. His throat had been cut.

Admira-me como é que a imprensa portuguesa não conta nada disto.

O que seria de Portugal sem eles?

Sempre que é preciso evacuar portugueses (e não só) de zonas de conflito, lá vão eles. Que me recorde, nos últimos 10 anos, foi assim no Zaire (1991), Angola (1992), Ruanda (1994), Zaire (de novo em 1997), Guiné-Bissau (1998), e não sei em quantas mais ocasiões. Nas últimas semanas, Tunísia, Egipto e agora na Líbia.

Gasta-se tempo e dinheiro em cimeiras internacionais em que só servimos de gratos criados, em presidências que não nos rendem nada de concreto, em iniciativas, parcerias e diálogos diplomáticos com nomes pomposos e sem conteúdo real.

E, de vez em quando, quando somos confrontados com o mundo real da política internacional, que não é feito de tratados nem croquetes mas de Poder e meios para o exercer, vemos que a única coisa consistente e válida na política externa portuguesa são os Lockheed C-130 da Força Aérea, que voam com a Cruz de Cristo desde 1977.

(Com a devida vénia ao NRP Cacine:)

Quanto a pessoal a situação ainda é mais crítica, já que a Esquadra só dispõe de quatro tripulações (a média dos últimos 10 anos deve rondar as quatro - ou seja é um problema crónico), quando para uma exploração adequada da frota, devia dispor de 12 (julgo que na FA ainda haverá alguns oficiais capazes de explicar ao Sr. MDN o porquê). A situação é de tal modo crítica que já se chegou ao ponto de ter um Oficial General no Estado-Maior a cumprir missões regulares na esquadra e para se cumprir o actual repatriamento, teve que se ir buscar um ex-comandante de base, a frequentar o curso de promoção a Oficial General, em Pedrouços. E tiveram que o colocar de Falcon. Vejam por quanto ficou a hora de voo…

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

O que é nacional é mau

Nota: a Atlântico line é a empresa de navegação inter-ilhas propriedade do Governo Regional dos Açores, que já no passado esteve envolvida em controvérsias com a aquisição de dois ferries, contratada e depois cancelada aos Estaleiros Navais de Viana do Castelo. A Damen é um estaleiro holandês que já no passado (no governo Guterres) esteve envolvido em controvérsias por causa do fornecimento de catamarãs à Soflusa, construídos em Singapura e que poderiam ter sido construídos em Portugal.



Entretanto, os Estaleiros Navais do Mondego estão de novo em risco de fechar por falta de encomendas.

Este Governo Regional dos Açores... E depois venham falar em Regionalização.

18 anos para sair do vermelho

TGV espanhol apresenta lucros pela primeira vez em 18 anos

Os lucros não vieram a alta velocidade, mas já chegaram à plataforma. 18 anos depois de ser inaugurado o primeiro troço, o serviço Alta Velocidade Española (AVE) apresentou lucros à empresa Renfe pela primeira vez, com 16 milhões de viajantes a utilizarem aqueles comboios nos últimos 12 meses.

Perguntas:

1. Quanto é que deu de prejuízo acumulado nos 17 anos anteriores?

2. Imaginemos que o TGV português era inaugurado este ano. Daqui a 18 anos haveria 1/3 da população portuguesa a usar a linha Lisboa-Madrid?

3. Os espanhóis chegaram a construir alguma ponte de mais de 10 Km só por causa do TGV?

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

O mais recente de uma longa lista

Os aliados dos Estados Unidos, mesmo os mais fieis, têm esta característica: quando começam a fazer os seus países progredir, acontecem-lhes revoluções. Há dias, o Rei Faisal da Arábia Saudita telefonou a Barack Obama para lhe dar uma descompostura por virar as costas a Mubarak (que garantiu 30 anos de estabilidade com Israel, e o apoio em duas guerras contra o Iraque), colocando em risco a estabilidade de todo o Médio Oriente.

Liberdades políticas à parte, o facto é que é todo o edifício da política externa dos EUA (leia-se do Ocidente: a "Europa" simplesmente não existe) que se está a desmoronar. De Marrocos ao Bahrein, toda a gente ficou esclarecida em relação ao que pode esperar dos EUA: traição.

Entretanto, os "manifestantes" (no Médio Oriente, como por todo o mundo, não custa muito pagar a gente para se manifestar no sentido pretendido) da Praça Tahrir festejam: durante duas semanas gritaram em Inglês por «Democracia e Liberdade», e em Árabe por «morte a Israel». Mesmo depois da economia egípcia ter crescido 7,5% no ano passado, mesmo depois de um aumento de 15% nos salários, os trabalhadores do Canal do Suez fazem greve.

O que vier a seguir poderá não ser nada bonito. Mas disso, Obama sacudirá a água do capote. Ele só quis um mundo melhor...

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Hino da Geração Rasca

Sem queixume em relação às gerações anteriores e com muita autocrítica. E carregado de razão.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

O Rali Dakar ainda vai demorar a voltar ao Norte de África

Argélia. Desde o início do crise na Tunísia que tenho estado à espera que este dominó começasse a abanar. É porque a situação é idêntica à da Tunísia mas com mais radicalismo presente, e já com o precedente das eleições de 1992 terem sido anuladas para impedirem a chegada ao poder da Frente Islâmica de Salvação.

Talvez agora cá em Portugal as pessoas se lembrem que a seguir a Madrid a capital mais próxima de Lisboa é Rabat e não Paris, e que depois é Argel. E que párem de dizer que não precisamos de Forças Armadas, e de choramingar porque compramos dois submarinos.

domingo, 30 de janeiro de 2011

José Peixoto e Filipa Pais - Dia da Tentação

Gasolina a 5€ o litro?

A concretizar-se a queda da ditadura pró-ocidental que governa o país há três décadas, teremos muito provavelmente uma tomada do poder pela Irmandade Muçulmana, e um regime fundamentalista islâmico agressivo a controlar um dos países-chave para a segurança mundial. As consequências serão devastadoras a vários níveis. O facto da polícia egípcia abandonar os seus postos na fronteira com a Faixa de Gaza, deixando entrar combatentes do Hamas para se juntarem aos combates nas cidades junto Canal do Suez (onde o nível de violência tem sido maior e a atenção dos media menor) por si só já abre a possibilidade de uma intervenção militar internacional para manter a segurança e navegabilidade do Canal. É tão sério quanto isso.

E esta situação vai para além das fronteiras do Médio Oriente / Magrebe. O que poderá estar a passar para a opinião pública muçulmana é que se é possível derrubar ditaduras opressivas através de insurreições generalizadas, porque não fazer o mesmo na Europa, derrubando regimes "infieis", bananizados e incapazes de reagir com determinação? Não auguro nada de bom para as banlieues...

Sem dúvida que estamos a assistir no Egipto ao derrube popular de uma ditadura imensamente detestada, e que o povo egípcio merece crédito por isso. Mas o que virá a seguir é bastante preocupante e não deixa lugar a romantismos político-ideológicos.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Acordo Ortográfico? Ora Toma!

Não suporto o Acordo Analfabetográfico; aquele que Cavaco ratificou e Soares promulgou, e Cavaco ratificou em definitivo (versão final), em 2008.

É um atentado contra a Língua Portuguesa e, ao contrário do que é propagandeado, é um desastre para a influência portuguesa no Mundo, já que a Língua Portuguesa passa a ser uniformizada no Brasil; e o Português de Portugal, ou seja a nossa construção de frases, o nosso vocabulário e a nossa pronúncia deixam de ser considerados internacionalmente, por força da dimensão brasileira e pela simples razão que, agora e como já diziam os americanos, «Português é aquela língua que se fala no Brasil». Daí a que aquilo que nós temos para dizer deixe de ser ouvido, é um passo.

Não se soubesse da putrefacção que varre este país, e surpreenderia a prontidão com que a parasitagem politicamente correta correu a aderir ao analfabetismo promulgado.

Recorde-se o Acordo "só" é vinculativo para a «ortografia constante de actos, normas, orientações ou documentos provenientes de entidades públicas, de bens culturais, bem como de manuais escolares e outros recursos didáctico -pedagógicos, com valor oficial ou legalmente sujeitos a reconhecimento, validação ou certificação», apesar do Governo no ano passado ter anunciado que só seria aplicado a documentos oficiais (mais uma mentira). Alguma imprensa (e mais recentemente a RTP) já obedece à política do fato consumado. É a ação, é o direto, é o projeto, é a adoção do projeto, a exceção, a atualidade, o avião a jato, o setor económico.

É claro que sendo a norma seguida tão simplesmente a dos erros ortográficos praticados no Brasil, e não podendo nós portugueses adivinhá-los todos, já se pode ler na imprensa portuguesa coisas como receção (recepção), coisa que nem os brasileiros dizem.

Este código que nos é imposto é o que acontece quando não se diz como se escreve, e se deixa o hábito de dizer erros enraizar-se tanto que o analfabetismo se torna regra. E então, diz-se que a língua «evoluíu», e que agora se deve escrever como se fala - mal - porque é mais fácil isso do que ensinar muitos milhões de pessoas a falarem correctamente.

E acontece porque em Portugal vigora a ideologia do anti-patriotismo, de que tudo o que servir para abandalhar e empobrecer o país é que está correcto. Porque é que a nossa língua, a trave-mestra da nossa cultura e a nossa maior riqueza, haveria de ser excepção? O Povo que amoche, que já está habituado!

Pois é, mas comigo isso não funciona. Não autorizei ninguém a mudar a minha língua; não votei nunca em ninguém delegando esse poder; nunca ninguém me perguntou se eu concordava, que obviamente não concordo.

E, portanto, eu simplesmente não obedeço.

Não só não escrevo, como não compro nada que seja escrito nesta porcaria. Nem jornais, nem livros, nem sequer vejo filmes com legendas analfabetas. E algum livro que me interesse mas que esteja escrito em Analfabetoguês, não compro e espero até que saia publicado em Português, nem que seja em edição pirata a circular pela Internet (eureka!)

Se toda a gente agir assim, vai haver prejuízos que servirão de castigo por nos tratarem desta maneira, e haverá pressão para que o acordo seja anulado. E sem direito a indenização.

Incompetex

O Cartão do Cidadão já tinha dado problemas nas anterior eleições e já na altura se sabia porquê: a empresa que o MAI contratou para fundir a informação dos vários ministérios que emitiam os cartões que o CC pretende substituir, essa empresa adoptou uma divisão territorial que não é a administrativa (municípios, freguesias) mas a divisão postal, usada pelos CTT. Provavelmente é a mais racional, mas criou este enorme problema ao não coincidir com a divisão administrativa. Não seria nada do outro mundo, se as pessoas tivessem sido devidamente informadas da mudança, mas o facto é que não foram. E assim foi o caos que se viu, e que poderia mesmo ser motivo para repetir as eleições.

Seria pedir muito a este maravilhoso Estado Simplex-Pyrex-Durex (que não se esquece de nos contactar quando se trata de nos tirar o dinheiro) que, por uma vez, recorresse a uma medida tecnológicamente ultrapassada e pouco ecológica, e mandasse a toda a gente que tirou o Cartão do Cidadão nem que fosse um postal a informar onde é que deve votar?

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Presidenciais - o fim do casamento Cavaco+Sócrates?

1. No dia 16 de Março de 2006, quando Cavaco Silva tomou posse em Belém, reuniu-se com José Sócrates, tendo ficado acordada a "cooperação estratégica" entre os dois. Mas houve outra coisa que parece ter escapado à imprensa e, parece-me, a praticamente toda a gente: Cavaco e Sócrates combinaram contribuir para a reeleição um do outro. Alguém mais se lembra disto? Eu tenho tentado descobrir nas notícias da época, e não dou com nenhuma referência, mas lembro-me de ser dito.

E o facto é que já antes de Cavaco chegar a Belém ajudou a derrubar Santana Lopes (a "má moeda"), abrindo o caminho para Sócrates se tornar PM.

Em troca, nas Presidenciais de 2006, Sócrates apoiou Mário Soares (uma candidatura sem quaisquer hipóteses frente a Cavaco) e não impediu que uma parte importante do PS apoiasse Manuel Alegre, dividindo ainda mais o eleitorado PS.

Depois, foi a fase da lua-de-mel, com a máquina de propaganda socialista a promover Cavaco. Houve algumas birras, sem dúvida, para manter as aparências e não parecer que Cavaco era na realidade o presidente desejado pelo PS. Mas Cavaco fez tudo o que Sócrates pedia, inclusive aumentos de impostos desastrosos, e aprovar a lei do casamento de homens com homens e mulheres com mulheres, algo que o eleitorado que elegeu Cavaco nem remotamente alguma vez pensou que viesse a fazer. Mas o eleitorado gay ajudou a reeleger o PS, e Cavaco não podia deixar de ajudar a cumprir a promessa eleitoral de Sócrates, por muito que isso desagradasse aos que votaram nele.

Para as Legislativas de 2009, e perante a enorme impopularidade de Sócrates, Cavaco apadrinhou/patrocinou/orquestrou a chegada de Manuela Ferreira Leite ao poder no PSD: a única pessoa suficientemente desastrosa para impedir uma vitória do PSD nessas eleições.

O pacto Cavaco-Sócrates foi cumprido: Sócrates foi reeleito.

Próxima etapa: Presidenciais 2011. Sócrates apoia outro desastre: o inútil Manuel Alegre, já depois deste ser o candidato do Bloco de Esquerda. E, mais uma vez o eleitorado do PS é dividido, não por 2 mas por 3 candidatos, juntando-se Defensor Moura e o "independente" Fernando Nobre. O resultado só poderia ser a reeleição de Cavaco.

O pacto Cavaco-Sócrates mais uma vez foi cumprido.

Mas desta vez, e sendo a última vez que Cavaco ía a votos e a sua imagem pública julgada, o PS não quis deixá-lo escapar sem umas cicatrizes e a luta política passou das anteriores marcas e partiu para o ataque destrutivo da credibilidade de Cavaco, nomeadamente por via da imprensa pró-socialista e de um pseudo-candidato - Defensor Moura - cujo único propósito foi difamar Cavaco. E o facto é que, graças ao assunto SLN-BPN, o mito de um Cavaco Silva com uma honestidade acima de qualquer suspeita acabou. Cavaco ainda ripostou com críticas directas ao Governo, e com o histórico «Vocês precisavam de nascer duas vezes para serem tão honestos quanto que eu!». Mas isso só serviu para mostrar uma face agressiva que não se lhe conhecia. Em circunstâncias normais, Cavaco teria arrasado com 60% ou 70% dos votos, mas ficou-se por pouco acima dos 50%, com uma enorme abstenção e foi em grande parte eleito por ser o mal menor, frente a 5 nulidades.

Será que o pacto Cavaco-Sócrates acabou no Domingo? Pelo tom de Cavaco no discurso da vitória (frente a meia-dúzia de gatos constipados à porta do Centro Cultural de Belém...), vem aí vingança. Mas a política dá muitas voltas, e nunca se sabe o que é o dia de amanhã. Aguardemos para ver.

Agora que ficou tratada a questão de Belém, voltamos à agenda do momento: entrada do FMI e saída de Sócrates.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Fernando Nobre, de foice e martelo

Esta tarde, na Baixa, esbarrei com a campanha de apoio a Fernando Nobre, um cortejo de umas 50-60 pessoas, mas bastante esclarecedor: dir-se-ía que o candidato tinha contratado a CGTP para fazer campanha por ele. O mesmo rebanho comunista de sempre, essencialmente de estilo Fenprof, ajudado por rastas e chapitôs de cravo vermelho preso com fita-cola, a distribuírem panfletos, acompanhados por compagnons de route e de tambor (os Toca a Rufar), tudo de acordo com o modelo de manif do PCP, com a lenga-lenga «Portugal será diferente / Nobre presidente!». Uma clara adaptação do antigo «O Povo segue em frente / com Otelo presidente!».

É claro que, sendo esta uma candidatura encomendada por Mário Soares (ao que se diz, Fernando Nobre é primo do ex-PR Mário Alberto Nobre Lopes Soares - algo que eu teria gostado de ver a imprensa esclarecer), não faltou uma pitada de soarismo, em que reparei mais na ex-mandatária da juventude de Soares em 90, Margarida Pinto Correia.

Era evidente desde há muito que Fernando Nobre era de Esquerda, e próximo do PS: caso contrário a AMI não seria tão acarinhada pela imprensa (nomeadamente a SIC, a TV oficial do Largo do Rato) nem o seu fundador convidado para opinar nos telejornais. Por isso nunca "comprei" as convicções monárquicas de Fernando Nobre quando se fez passar por monárquico. Mas daí até fazer esta mini-manif do 1º de Maio, isso nunca pensei.

Sobre um indivíduo que faz campanha a falar em João Paulo II e na Doutrina Social da Igreja, e que depois a acaba com foices e martelos, o mínimo que se pode dizer é que andou a tentar vender gato por lebre.

Tirem o cavaquinho da chuva

Acho fantástico como alguns apoiantes de Cavaco vêm agora pedir votos à Direita. Porque senão,... é o horror, a tragédia, a calamidade!

Pergunto: que mais surpresas é que Cavaco tem reservadas para o segundo mandato? Mais cooperação estratégica, de maneira a aguentar Sócrates até ao fim do mandato? Um novo Tratado dos Estados Unidos da Europa sem direito a referendo? Ou será de União Ibérica? Legalização da pedofilia? Venda de território?