quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Comprar Português neste Natal
No ano passado, estabeleci um objectivo nas minhas compras de Natal: comprar apenas produtos portugueses, e apenas no comércio tradicional. Neste último aspecto, confesso que também fui motivado por não ter muita paciência para grandes confusões e esperas em filas de gente impaciente. As entediantes músicas de Natal, essas também me demoveram. Mas o facto é que consegui o que queria (ainda que levando um pouco mais de tempo e em sítios diferentes), sem andar a oferecer o mesmo que toda a gente (a começar pelos omnipresentes Mon Cheri e Ferrero Rocher, que substituí pelos nossos belíssimos Regina), supreendendo a família e amigos, e sem gastar mais dinheiro - que assim ficou todo em Portugal.
É claro que quando se oferecem livros, bebidas ou artigos de moda, é mais fácil oferecer produtos portugueses. Mesmo em artigos de cosmética ainda há algumas preciosidades feitas em Portugal (a linha Musgo Real, da Ach Brito, por exemplo). Mas o que se produz neste país (e que muitas vezes se desconhece) chega a surpreender. Por exemplo, à conta do Magalhães fiquei a saber que existe uma meia dúzia de marcas de computadores portáteis portugueses, bem considerados pela imprensa especializada (Insys, Tsunami, Growing, Mithus, Clasus). São estas coisas que nos fazem compreender que este país só precisa de ser mais normal para entrar na ordem e ser próspero (pelo menos no que diz respeito à Economia). Se ao menos os Portugueses não tivessem tanto a mania de recusar o que é feito cá, quanta riqueza não ficaria em Portugal em vez de ir para bolsos estrangeiros.
Este ano tenciono fazer o mesmo (pelo menos na preferência de produtos portugueses) e convido quem me lê a fazer o mesmo. E lanço um desafio: experimentem oferecer uma torradeira barata (15-18€), apesar de ser feita em aço inoxidável, que chega a durar mais de 30 anos e dá para torrar fatias grossas de pão saloio, e 100% Made in Portugal.
Mais tarde darei a solução para o enigma.
É claro que quando se oferecem livros, bebidas ou artigos de moda, é mais fácil oferecer produtos portugueses. Mesmo em artigos de cosmética ainda há algumas preciosidades feitas em Portugal (a linha Musgo Real, da Ach Brito, por exemplo). Mas o que se produz neste país (e que muitas vezes se desconhece) chega a surpreender. Por exemplo, à conta do Magalhães fiquei a saber que existe uma meia dúzia de marcas de computadores portáteis portugueses, bem considerados pela imprensa especializada (Insys, Tsunami, Growing, Mithus, Clasus). São estas coisas que nos fazem compreender que este país só precisa de ser mais normal para entrar na ordem e ser próspero (pelo menos no que diz respeito à Economia). Se ao menos os Portugueses não tivessem tanto a mania de recusar o que é feito cá, quanta riqueza não ficaria em Portugal em vez de ir para bolsos estrangeiros.
Este ano tenciono fazer o mesmo (pelo menos na preferência de produtos portugueses) e convido quem me lê a fazer o mesmo. E lanço um desafio: experimentem oferecer uma torradeira barata (15-18€), apesar de ser feita em aço inoxidável, que chega a durar mais de 30 anos e dá para torrar fatias grossas de pão saloio, e 100% Made in Portugal.
Mais tarde darei a solução para o enigma.
Petição pelo desconto de bicicletas no IRS
Quando descobriu que um carro eléctrico pode ser descontado no IRS por ser energeticamente eficiente, mas uma bicicleta não, João Branco, que vai de 'bicla' para o trabalho, ficou chocado e iniciou um movimento para conseguir benefícios fiscais para os velocípedes.
"O que me chocou na proposta de Orçamento de Estado para o próximo ano foi excluir à partida os velocípedes, não só as bicicletas a pedais como bicicletas com pequenos motores eléctricos até 250 watts, quando se sabe que são os veículos mais eficientes do ponto de vista energético", disse João Branco, cidadão sem partido político, salientando que esta é a primeira vez que toma uma iniciativa pública do género.
(...)
"Ao não serem sujeitos a matrícula, ficaram automaticamente excluídos" do OE2009, que define que podem originar benefícios fiscais os "veículos sujeitos a matrícula exclusivamente eléctricos ou movidos a energias renováveis não combustíveis".
"Ao permitir que 30 por cento do investido em veículos eléctricos e/ou veículos não poluentes possa ser recuperado no IRS ao fim do ano, a justificação do Governo é incentivar o transporte sustentável, atacar de certa forma a crise energética e ao mesmo tempo ajudar a desenvolver uma indústria de transportes não poluente em Portugal", realçou.
"Ora, a bicicleta é comprovadamente o veículo mais energeticamente eficiente dos veículos conhecidos, e não sou eu que o digo: são as Nações Unidas e a Comunidade Europeia, por exemplo", disse, salientando que "uma medida clara de apoio fiscal a este meio de transporte por parte do Governo não só daria mais visibilidade a esta hipótese de transporte, como enviaria aos cidadãos uma mensagem de apelo à consciência cívica e ambiental".
Eu acrescentaria isto: desconto até um determinado montante. É porque há por aí à venda bicicletas de 2 e 3.000€ que fazem o mesmo que as de 100 ou menos e os meus impostos não têm que pagar as bicicletas de luxo dos outros.
Petição pela Extensão aos velocípedes dos benefícios fiscais à aquisição de veículos não poluentes
"O que me chocou na proposta de Orçamento de Estado para o próximo ano foi excluir à partida os velocípedes, não só as bicicletas a pedais como bicicletas com pequenos motores eléctricos até 250 watts, quando se sabe que são os veículos mais eficientes do ponto de vista energético", disse João Branco, cidadão sem partido político, salientando que esta é a primeira vez que toma uma iniciativa pública do género.
(...)
"Ao não serem sujeitos a matrícula, ficaram automaticamente excluídos" do OE2009, que define que podem originar benefícios fiscais os "veículos sujeitos a matrícula exclusivamente eléctricos ou movidos a energias renováveis não combustíveis".
"Ao permitir que 30 por cento do investido em veículos eléctricos e/ou veículos não poluentes possa ser recuperado no IRS ao fim do ano, a justificação do Governo é incentivar o transporte sustentável, atacar de certa forma a crise energética e ao mesmo tempo ajudar a desenvolver uma indústria de transportes não poluente em Portugal", realçou.
"Ora, a bicicleta é comprovadamente o veículo mais energeticamente eficiente dos veículos conhecidos, e não sou eu que o digo: são as Nações Unidas e a Comunidade Europeia, por exemplo", disse, salientando que "uma medida clara de apoio fiscal a este meio de transporte por parte do Governo não só daria mais visibilidade a esta hipótese de transporte, como enviaria aos cidadãos uma mensagem de apelo à consciência cívica e ambiental".
Eu acrescentaria isto: desconto até um determinado montante. É porque há por aí à venda bicicletas de 2 e 3.000€ que fazem o mesmo que as de 100 ou menos e os meus impostos não têm que pagar as bicicletas de luxo dos outros.
Petição pela Extensão aos velocípedes dos benefícios fiscais à aquisição de veículos não poluentes
Etiquetas:
Eficiência energética,
Rodas para que te quero
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Brinquedos perigosos distribuídos pelo Pai Natal
Na sequência de contactos entre as autoridades de saúde da União Europeia e representantes da indústria chinesa, foi apurado que o Pai Natal adquiriu grandes quantidades de brinquedos considerados perigosos para a saúde das crianças. Jiang Ping Lun, o director comercial da maior fábrica da região de Wenzou, foi detido e constituído arguído pela venda ao Pai Natal de um gigantesco lote rejeitado por incluir tintas tóxicas e que estava destinado à incineração. Nas declarações à Polícia, Ping Lun revelou que quando perguntou ao Pai Natal se não se sentia incomodado por dar esses brinquedos às crianças, este lhe terá respondido: «Então mas se os papás e as mamãs os enchem de fast food e lhes dão pequenos-almoços de batatas fritas, eu é que me vou preocupar com uns quimicozinhos? As tintas são feitas com mercúrio? O que não mata, engorda!».
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Palavras sábias
No 1º de Dezembro de 1640, os nossos antepassados devolveram Portugal aos Portugueses. Souberam responder à crise do seu tempo, lutando pela nossa independência.Hoje, olhamos para o nosso país, e vemos que se acentua a dependência externa e a obediência a directivas quantas vezes alheias à nossa própria vontade.
Anunciam-se dias difíceis. Parece evidente que 2009 será pior que os já duros anos recentes, particularmente para os mais desfavorecidos.
É nos momentos de provação que se testa a alma de um povo. Para enfrentar a crise e manter a coesão social devemos invocar os valores espirituais da nossa cultura e vivermos em coerência com a nossa identidade e tradição.
O reforço dos laços familiares, o sentido de comunidade e de povo são atitudes urgentes e decisivas em alturas como esta.
Enfrentámos muitos problemas terríveis ao longo da nossa História, que o nosso ânimo conseguiu ultrapassar.
E daqui apelo aos instintos de iniciativa e solidariedade, de generosidade e de engenho.
É preciso ampliar a visão, ensaiar ousadia, e confiar a nós mesmos a garantia de desenvolvimento sustentado.
Da mensagem de Sua Alteza Real Dom Duarte de Bragança, de 1 de Dezembro de 2008:
domingo, 30 de novembro de 2008
1º de Dezembro: o dia o mais incómodo do ano
Para a comunicação social , a data de 1º de Dezembro é apenas o Dia da Luta contra a sida. Mas esta data é - até ver - feriado nacional é porque se comemora mais um aniversário sobre o levantamento que libertou da ocupação espanhola. Infelizmente, a data quase só é comemorada pelos monárquicos, no que devia ser uma celebração nacional. A única entidade oficial que se associa é a Câmara Municipal de Lisboa. Nem PR, nem Presidente da Assembleia da República, nem PM participam nela. Hoje em dia, parece que a Independência Portuguesa é uma coisa incorrecta e celebrá-la é incómodo.
Ainda assim, lá estarei esta segunda-feira às 16h00 na Praça dos Restauradores. É aproveitar enquanto não é crime demonstrar o orgulho em ser Português.
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Pai Natal cria distúrbios no final do Sporting-Barcelona
O Pai Natal foi detido pela PSP depois de ter originado confrontos entre os adeptos de ambas as equipas à saída do estádio Alvalade XXI. Envergando uma camisola do Futebol Clube do Porto e um cachecol dos No Name Boys, o Pai Natal entoou cânticos anti-sportinguistas mal o apito final se fez ouvir, enquanto fazia gestos obscenos. Ainda dentro do recinto, atirou petardos que explodiram no meio dos adeptos do Barcelona, originando confrontos com os adeptos lisboetas que prolongaram para fora do estádio.
Já durante o jogo, o Pai Natal se tinha feito notar por emitir ruídos símeos sempre que um jogador negro tocava na bola, no que - felizmente - não foi seguido por mais ninguém no estádio. Não obstante, o Pai Natal manteve este comportamento durante todo o tempo de jogo apesar dos pedidos insistentes do público em volta para que parasse.
À saída da esquadra do Campo Grande, o Pai Natal não mostrou qualquer arrependimento dizendo mesmo que voltará a fazer o mesmo se tiver oportunidade. Acrescentou que o Sporting mereceu todos os golos que sofreu, a começar pelos auto-golos.
Já durante o jogo, o Pai Natal se tinha feito notar por emitir ruídos símeos sempre que um jogador negro tocava na bola, no que - felizmente - não foi seguido por mais ninguém no estádio. Não obstante, o Pai Natal manteve este comportamento durante todo o tempo de jogo apesar dos pedidos insistentes do público em volta para que parasse.
À saída da esquadra do Campo Grande, o Pai Natal não mostrou qualquer arrependimento dizendo mesmo que voltará a fazer o mesmo se tiver oportunidade. Acrescentou que o Sporting mereceu todos os golos que sofreu, a começar pelos auto-golos.
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Pai Natal envolvido no escândalo BPN
O Pai Natal é o mais recente envolvido no escândalo BPN. Em 2007 terá desviado fundos do banco para um offshore na Lapónia, identificado pela Interpol como entreposto de lavagem de dinheiros da droga, do tráfico de armas e da contrafacção de lingerie. Estima-se que o montante ascenda a 560 milhões de euros.
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
O último do Moicanos - ACA/Motalli/SOCA
Já poucos se lembram mas Portugal teve até aos Anos 90 uma grande e competente indústria de motorizadas, que chegou a contar com mais de 30 fabricantes; um número extraordinário considerando o tamanho do país, mesmo tendo em conta que a motorizada de 50cc foi o transporte privado de boa parte da população durante muitos anos.
A nomes de grandes construtores como a Casal (que a dada altura chegou a ser a fábrica de motorizadas com maior capacidade instalada na Europa, superando a Piaggio e a BMW), Famel, SIS, Macal e Masac, juntam-se outros que quase caíram no esquecimento como a Mayal, a Diana (de Évora) ou a Ulisses (de Angola). A Casal foi durante muitos anos, e a par do Mateus Rosé, a marca portuguesa de maior projecção internacional, uma autêntica empresa-bandeira, logrando conquistar mercado em toda a Europa (menos em Espanha, que era um mercado completamente protegido), EUA e Canadá e até mesmo no Japão.
A SIS, que equipou a maior parte dos seus modelos com motores alemães Sachs, alcançou tanto sucesso na própria Alemanha que a prestigiada empresa alemã acabou por deixar de fabricar motos para se dedicar à sua importação da SIS, equipadas com motores de sua produção. E muitas outras histórias há para contar. Do fim desta indústria tratarei aqui um dia.
Dessa época gloriosa (e o termo não é exagerado), sobra apenas um fabricante: a Alberto Carvalho Araújo & Cª Lda, de Braga. É a empresa que antes fabricava as motorizadas Motalli e os motores Alma (de onde deriva a marca Motalli). Depois de uma incursão na produção de minicarros (lembram-se do Prozé, do princípio dos anos 80?), hoje fabrica apenas triciclos de 50 e 125cc, sob a marca SOCA, que podem ser adaptados a várias funções.
Depois de muito tempo em construção, é com agrado que constato que o website deles está agora completo, com catálogo de veículos e respectivas opções. Além deste, Portugal conta com apenas um outro fabricante de motos, a AJP.
Site da A.Carvalho Araújo e Cª Lda
Já agora um anúncio antigo aos motores Alma, com a voz inconfundível de Fernando Pessa:
A nomes de grandes construtores como a Casal (que a dada altura chegou a ser a fábrica de motorizadas com maior capacidade instalada na Europa, superando a Piaggio e a BMW), Famel, SIS, Macal e Masac, juntam-se outros que quase caíram no esquecimento como a Mayal, a Diana (de Évora) ou a Ulisses (de Angola). A Casal foi durante muitos anos, e a par do Mateus Rosé, a marca portuguesa de maior projecção internacional, uma autêntica empresa-bandeira, logrando conquistar mercado em toda a Europa (menos em Espanha, que era um mercado completamente protegido), EUA e Canadá e até mesmo no Japão.
A SIS, que equipou a maior parte dos seus modelos com motores alemães Sachs, alcançou tanto sucesso na própria Alemanha que a prestigiada empresa alemã acabou por deixar de fabricar motos para se dedicar à sua importação da SIS, equipadas com motores de sua produção. E muitas outras histórias há para contar. Do fim desta indústria tratarei aqui um dia.
Dessa época gloriosa (e o termo não é exagerado), sobra apenas um fabricante: a Alberto Carvalho Araújo & Cª Lda, de Braga. É a empresa que antes fabricava as motorizadas Motalli e os motores Alma (de onde deriva a marca Motalli). Depois de uma incursão na produção de minicarros (lembram-se do Prozé, do princípio dos anos 80?), hoje fabrica apenas triciclos de 50 e 125cc, sob a marca SOCA, que podem ser adaptados a várias funções.Depois de muito tempo em construção, é com agrado que constato que o website deles está agora completo, com catálogo de veículos e respectivas opções. Além deste, Portugal conta com apenas um outro fabricante de motos, a AJP.
Site da A.Carvalho Araújo e Cª Lda
Já agora um anúncio antigo aos motores Alma, com a voz inconfundível de Fernando Pessa:
Etiquetas:
made in Portugal,
Portugal nos eixos
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Esta Quinta-feira: despedida do QE2
Esta Quinta-feira fará escala em Lisboa, pela última vez, o Queen Elizabeth 2; mais do que um belo paquete, este navio é uma autêntica instituição. Completado em 1967, foi o último grande paquete de concepção e construção britânica, e representa o fim de uma época em vários aspectos. Ainda pertence a um tempo em que os navios de passageiros eram construídos não apenas para cruzeiros mas para viagens de transporte, e por isso tinham de ser rápidos para serem competitivos; incapazes de competir com o avião, muitos foram reaproveitados para cruzeiros. É também de um tempo em que estes navios eram considerados meios estratégicos de um país, para o caso de serem necessários para transportar tropas em tempo de guerra (caso do QE2, que foi mobilizado durante a Guerra das Malvinas/Falkland, em 1982), e por isso a sua compra era largamente subsidiada. Ainda é motorizado com turbinas a vapôr, um sistema que já não é usado, em favor dos mais económicos e compactos motores diesel ou turbinas a gás. E, mais evidente visto do exterior, é de uma época em que havia verdadeiro bom gosto, em que os navios procuravam ser elegantes, sem sacrificarem tudo em nome do transporte do maior número de passageiros e de serem estâncias de férias flutuantes.
O QE2 não é o último navio desta geração em serviço (entre outros, o nosso querido Funchal continua, orgulhoso, a navegar com bandeira portuguesa, como último resistente da nossa antes gloriosa Marinha Mercante). Mas é o mais famoso, e mais simbólico. Por isso, este seu último cruzeiro, após o qual irá para o Dubai onde funcionará como casino-hotel flutuante, simboliza o fim de uma época.
Adenda: segundo a informação da APL, a chegada ao terminal de Alcântara será às 7h00 e a partida às 17h00.
O QE2 não é o último navio desta geração em serviço (entre outros, o nosso querido Funchal continua, orgulhoso, a navegar com bandeira portuguesa, como último resistente da nossa antes gloriosa Marinha Mercante). Mas é o mais famoso, e mais simbólico. Por isso, este seu último cruzeiro, após o qual irá para o Dubai onde funcionará como casino-hotel flutuante, simboliza o fim de uma época.
Adenda: segundo a informação da APL, a chegada ao terminal de Alcântara será às 7h00 e a partida às 17h00.
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Festival Internacional de Balões de Ar Quente - Este fim-de-semana em Lisboa
O Festival Internacional de Balões de Ar Quente leva este fim-de-semana dezenas de balões para a zona do Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, com baptismos de voo e um espectáculo multimédia à noite.De acordo com Sandro Camarate, da organização, o espectáculo multimédia "Festival Night Glow" [designação técnica em inglês], apresentará no fim-de-semana dezenas de balões alinhados e cheios de ar quente, que irão acender os queimadores com "fogo e de forma sincronizada, sempre ao ritmo de música".
O espectáculo está marcado para sábado, às 21:30, com duração prevista de uma hora, e de acordo com o organizador, "será o maior da Europa, devido ao elevado número de balões presentes", na maioria de pilotos estrangeiros.
Os balões vão ocupar toda a frente do Mosteiro dos Jerónimos, junto ao jardim de Belém, a partir de sábado de manhã, com baptismos de voo cativo durante o dia demonstrações e contacto mais directo com os pilotos e tripulações.
No domingo de manhã, cerca de 10 balões ficam na Praça do Comércio para demonstração e voo cativos, sendo um dos balões acessível a utilizadores de cadeiras de rodas.
Após o evento em Lisboa, a totalidade dos cerca de 50 pilotos participantes no Festival Internacional, partem para o Alto Alentejo, em Portalegre, onde começa segunda-feira a competição da Taça Ibérica de Balonismo.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
A receita para o ressurgimento da ameaça Nazi
1 Kg de batatas
1 Lt de leite
3 ovos
90 gr de manteiga
Sal e noz moscada
1 Lt de leite
3 ovos
90 gr de manteiga
Sal e noz moscada
Subscrever:
Mensagens (Atom)






