Recorte de notícia de uma Revista Sábado de 1990:
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Quando estive a observar o incêndio na Avenida da Liberdade, não vi nenhum destes mini-pronto-socorro, apesar de ver material bastante mais antigo (até dos anos 60). Nem sequer um modelo equivalente, capaz de manobrar à vontade, por exemplo, no Bairro Alto. O único UMM que vi, um utilitário dos Lisbonenses, fartou-se de trabalhar transportando equipas de bombeiros de um lado para o outro, a grande velocidade (tanta que nem deu para tirar uma foto decente).
É bom ter grandes camiões com potentes canhões de água (como os que equipam os camiões do Aeroporto de Lisboa, que há 20 anos foram quem extinguiu o Incêndio do Chiado). Mas veículos destes fazem falta, para atacar os focos de incêndio o mais depressa possível.
Decididamente, parece-me que há aqui uma grande falta de bom senso.
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